O problema é que você se apaixonou pelas minhas flores, não pelas minhas raízes. Então, quando chegou o outono, você não soube o que fazer.
— Autor desconhecido.
O problema é que você se apaixonou pelas minhas flores, não pelas minhas raízes. Então, quando chegou o outono, você não soube o que fazer.
— Autor desconhecido.
Sou prisioneiro de mim próprio.
House M.D.
Sou um museu a céu aberto de todas as minhas artes, esculturas e relíquias importantes. Hoje permito-me dar o devido valor a essa peça em exposição.
Às vezes a saudade aperta, mas não é saudades de você. Tenho saudades da gente. Das horas de conversas madrugada adentro, das pequenas desavenças sobre coisas aleatórias, nossas divergências de opiniões. Sinto falta de chegar em casa e você me receber com seu sorriso, perguntando como foi meu dia. Tenho saudades de como é fácil para você perceber quando o meu “foi ótimo” não é verdadeiro. Sinto falta do seu cheiro e de me afundar em seus abraços. Sinto falta do seu sorriso sínico quando escutava o meu “eu resolvo”. Sinto falta da rotina, do companheirismo e sendo sincero, até sinto um pouco de falta das brigas. Mas sinto muito mais falta de quem eu era quando estava com você.
– Merda, talvez eu realmente sinta sua falta.
Mas naquele dia, andando pelas ruas noturnas e frias da cidade, eu percebi que não há como ganhar nada sem aceitar a perda. Às vezes ceder é necessário.
E se te faz tão feliz a desistência, que assim seja.
Psicoativos.